terça-feira, 13 de junho de 2017

As cidades mais pacíficas do Brasil.

Imagem: Cidades em foto.

Viver  em uma cidade pacífica com baixo índice de criminalidade é o sonho de muita gente, o MSN, usando dados do IPEA, publicou um post sobre as 30 cidades que se enquadram como as mais pacíficas do Brasil.
O grande destaque é para Jaraguá do Sul, a cidade tem um índice de 3,7 mortes por 100 mil habitantes, a média no Brasil é de 28,9 homicídios por 100 mil habitantes.
"O Ipea destaca o alto patamar do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de Jaraguá do Sul, que em 2010 estava em 0,803, como diferencial."
As regiões Sul e Sudeste concentram 29 das 30 cidades a seguir.
Veja a lista:
Posição  Estado      Cidade                    Taxa
1             SC           Jaraguá do Sul           3,7
2             SC           Brusque                     4,1
3             SP           Americana                 4,8
4             SP           Jaú                             6,3
5             MG        Araxá                         6,8
6             SP           Botucatu                   7,2
7             SP           Bragança Paulista     7,5
8             SP           Jundiaí                      7,7
9             MG        Conselheiro Lafaiete   8
10           RJ           Teresópolis                8,1
11           SP           Presidente Prudente  8,1
12           SP           Mogi Guaçu              8,2
13           MG        Barbacena                  8,2
14           SP           Marília                      8,2
15           SP           Valinhos                   8,3
16           SP           Araraquara              8,4
17           RS           Bagé                          9
18           SP           Limeira                   9,1
19           SP           Bauru                      9,3
20           SP           Itatiba                     9,7
21           SC           Blumenau              9,7
22           PA          Cametá                    9,9
23           MG        Lavras                     10
24           SP           Araras                   10,1
25           SP           Votorantim           10,2
26           SP           Salto                     10,5
27           SP           Catanduva            10,9
28           SP           Santana de Parnaíba 11,1
29           SP           Tatuí                        11,1
30           PR          Maringá                   11,3




sexta-feira, 9 de junho de 2017

ANS suspende 38 planos de saúde devido a queixas de usuários.

Dayana Vítor.

A partir desta sexta-feira (9), 38 planos de saúde de 14 operadoras, entre elas Geap, Unimed, Caixa, Banco do Brasil, não podem mais ser comercializados em todo o Brasil.
A medida foi tomada devido as queixas recebidas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), no primeiro trimestre deste ano, sobre a cobertura, demora ou negativa de atendimento desses planos.
No período de 1º de janeiro deste ano até o dia 31 de março, a ANS recebeu mais de 12,3 mil reclamações de natureza assistencial dos planos suspensos. No entanto, mais de 88% das queixas foram resolvidas pela ANS, o que garantiu a solução do problema a esses consumidores.
Quase 740 mil beneficiários dos planos suspensos têm garantida a assistência médica necessária até que as operadas resolvam seus problemas.
Além da suspensão, outras seis operadoras poderão voltar a comercializar 30 produtos que estavam impedidos de serem vendidos. Isso vai ocorrer porque elas comprovaram melhoria no atendimento aos beneficiários.

Relator no TSE finaliza voto e pede cassação de chapa Dilma-Temer.


O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Herman Benjamin – relator do julgamento da ação em que o PSDB pede a cassação da chapa vencedora das eleições presidenciais de 2014 – concluiu a leitura de seu voto, ao decidir pela cassação da chapa presidencial Dilma Rousseff-Michel Temer. Segundo ele, houve abuso de poder econômico e político.
Concluída a leitura do voto do relator, o ministro Luiz Fux, substituindo o presidente da Corte, Gilmar Mendes interrompeu a sessão, que deve ser retomada por volta das 15 horas. Após o intervalo, os outros seis ministros começarão a proferir seus votos. A princípio, ficou acordado que cada ministro terá direito a 20 minutos de fala.
Após decidir sobre a cassação do mandato, a Corte definirá a possibilidade de tornar inelegíveis a ex-presidenta Dilma Rousseff (PT) e o presidente Michel Temer (PMDB). Sobre a unicidade da chapa e o alcance de sua decisão sobre o mandato do atual presidente, Michel Temer, Benjamin disse que, “no Brasil, ninguém elege vice-presidente da República”. “Elegemos uma chapa que está irmanada; fundida para o bem e para o mal”, razão porque defende a aplicação da pena também a Temer”, destacou.
Em seu voto, Herman Benjamin desconsiderou alguns indícios de práticas ilícitas que, embora segundo o próprio ministro, estejam comprovadas, não têm vínculos com a premissa inicial do processo. O ministro afastou o julgamento do pagamento de propina para a contratação de serviços para a construção da Usina Angra 3; a distribuição de propina na obra da Usina de Belo Monte e o pagamento, via caixa 2, dos serviços prestados pelo casal de publicitários João Santana e Mônica Moura.
Sobre quase todos esses pontos refutados, o ministro disse haver provas da prática de irregularidades, mas insuficientes para estabelecer uma relação direta entre a infração verificada e a petição inicialmente ajuizada pelo PSDB.
“Finalizo dizendo que tentei ser e me comportar como os ministros desta casa, os de hoje e os de ontem, e quero dizer que, tal qual cada um dos outros seis ministros que estão nessa bancada comigo, eu, como juiz, recuso o papel de coveiro de prova viva. Posso até participar do velório, mas não carrego o caixão”, declarou Benjamin.
Para o relator, a chapa Dilma-Temer incorreu na prática de abuso de poder político e econômico ao receber propina da construtora Odebrecht por contratos assinados com a Petrobras e pagar as contas da campanha eleitoral de 2014 com esses recursos, conforme mostrou as investigações da Operação Lava Jato. Entre os gastos pagos com os recursos ilícitos estariam o tempo de rádio e televisão para divulgação de propaganda eleitoral da chapa Com a Força do Povo, em 2014.
“A consideração conjunta das provas confere segurança a esse relator para considerar comprovado o episódio da compra de tempo de TV dos partidos políticos para a campanha majoritária da coligação Com a Força do Povo, em 2014, o que, sem dúvida, configura, a meu juízo, flagrante abuso de poder econômico”, disse o ministro. “Não importa se os recursos foram efetivamente para a compra do tempo de rádio e televisão. O que importa é que esses recursos foram pedidos e recebidos de forma ilícita; que houve uma triangulação comprovada, por caixa 2, em pleno período eleitoral entre partidos integrantes da coligação Com a Força do Povo.”


Edição: Talita Cavalcante
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